Manejo alimentar no calor: o que muda na ração das galinhas
O estresse térmico é um dos principais vilões da produtividade avícola no Brasil — especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste durante o verão. Quando a temperatura sobe, o consumo de ração cai, o desempenho piora e o produtor sente no resultado. Mas parte desse impacto pode ser reduzida com ajustes simples no manejo alimentar. Por que o calor afeta o consumo Aves são animais homeotérmicos — regulam a própria temperatura corporal. No calor, reduzem o consumo de ração como forma de diminuir a produção de calor metabólico. O problema é que, ao comer menos, ingerem menos nutrientes. O resultado aparece na postura, no ganho de peso e na conversão alimentar. O que fazer na prática O primeiro ajuste é o horário de fornecimento. Oferecer ração nas partes mais frescas do dia — início da manhã e final da tarde — estimula o consumo nos períodos em que o animal está mais confortável. No aspecto nutricional, rações com maior densidade energética e proteica compensam a queda no consumo total. Com o animal comendo menos volume, cada quilo de ração precisa entregar mais. Atenção especial ao balanço de eletrólitos — sódio, potássio e cloro — que se alteram com a respiração ofegante característica do estresse térmico. A água merece atenção igual: consumo de água aumenta no calor e a disponibilidade precisa acompanhar essa demanda. A linha Master para aves é formulada com aditivos que fazem diferença na produção — inclusive em períodos de estresse. Fale com nosso consultor para a indicação certa para o seu lote.