Ração ou suplemento: quando cada um é necessário
Uma dúvida comum entre criadores e proprietários de equinos: meu cavalo precisa de ração, de suplemento ou dos dois? A resposta depende do nível de atividade, da qualidade do volumoso disponível e do objetivo de cada animal. Entender essa diferença evita tanto a subalimentação quanto o desperdício. O papel da ração A ração concentrada é a base energética e proteica da dieta quando o pasto ou o feno por si só não atendem às exigências do animal. Para cavalos em trabalho — seja treinamento diário, provas ou trabalho de campo — a ração garante a densidade calórica que o volumoso não entrega. Uma boa ração já inclui vitaminas e minerais na formulação, o que simplifica o manejo. O papel do suplemento O suplemento entra quando a ração base está correta, mas existe uma demanda específica que ela não cobre — recuperação muscular intensa, fase de crescimento acelerado, pelagem, casco ou situações de estresse. Não substitui a ração: complementa. Usar suplemento sem ração adequada é como colocar o telhado antes das paredes. Como decidir Avalie o nível de trabalho do animal, a qualidade do volumoso e o estado corporal. Cavalos de manutenção com bom pasto disponível podem precisar apenas de uma ração de manutenção com suplementação mineral. Cavalos em alta performance geralmente exigem ração de alta densidade energética — e, a depender da demanda, suplementação específica adicional. A linha Master para equinos foi desenvolvida para diferentes níveis de atividade e fases de vida. Consulte nosso time para a indicação certa.
Manejo alimentar no calor: o que muda na ração das galinhas
O estresse térmico é um dos principais vilões da produtividade avícola no Brasil — especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste durante o verão. Quando a temperatura sobe, o consumo de ração cai, o desempenho piora e o produtor sente no resultado. Mas parte desse impacto pode ser reduzida com ajustes simples no manejo alimentar. Por que o calor afeta o consumo Aves são animais homeotérmicos — regulam a própria temperatura corporal. No calor, reduzem o consumo de ração como forma de diminuir a produção de calor metabólico. O problema é que, ao comer menos, ingerem menos nutrientes. O resultado aparece na postura, no ganho de peso e na conversão alimentar. O que fazer na prática O primeiro ajuste é o horário de fornecimento. Oferecer ração nas partes mais frescas do dia — início da manhã e final da tarde — estimula o consumo nos períodos em que o animal está mais confortável. No aspecto nutricional, rações com maior densidade energética e proteica compensam a queda no consumo total. Com o animal comendo menos volume, cada quilo de ração precisa entregar mais. Atenção especial ao balanço de eletrólitos — sódio, potássio e cloro — que se alteram com a respiração ofegante característica do estresse térmico. A água merece atenção igual: consumo de água aumenta no calor e a disponibilidade precisa acompanhar essa demanda. A linha Master para aves é formulada com aditivos que fazem diferença na produção — inclusive em períodos de estresse. Fale com nosso consultor para a indicação certa para o seu lote.
Como ajustar a nutrição de vacas em pico de lactação
O pico de lactação é um dos momentos mais exigentes na vida produtiva de uma vaca leiteira. Nas primeiras semanas após o parto, a demanda por energia e nutrientes supera o que o animal consegue consumir — e esse déficit, quando não gerenciado, compromete a produção, a saúde e a reprodução do rebanho. O que acontece nesse período Nos primeiros 60 a 90 dias de lactação, a vaca mobiliza reservas corporais para sustentar a produção de leite. O consumo de matéria seca ainda está em recuperação, enquanto a exigência nutricional está no pico. Resultado: balanço energético negativo — e queda de desempenho se a dieta não compensar essa diferença. O que ajustar na ração O foco nesse momento é densidade energética e equilíbrio proteico. Rações com maior concentração de energia por quilo de matéria seca reduzem o impacto do balanço negativo sem forçar o animal a comer mais do que consegue. Proteína bruta adequada — especialmente proteína não degradável no rúmen — garante aporte de aminoácidos para a síntese do leite. Sais minerais e vitaminas também merecem atenção: cálcio, fósforo, magnésio e vitamina E são críticos nesse período e devem estar corretamente balanceados na formulação. Quando trocar de produto Se a vaca está em pico e a ração fornecida é a mesma do período seco ou pré-parto, é hora de revisar. Cada fase da vida produtiva exige uma formulação específica — e usar o produto errado no momento certo é perda direta de produtividade. Quer saber qual produto da linha Master é indicado para vacas em pico de lactação? Fale com nosso consultor.